As formigas são insetos que parecem inofensivos aos olhos humanos, mas são piores do que as baratas.
Elas carregam em seu corpo, cerca de 10 vezes o seu peso, apesar de serem pequenas e ainda transmitem doenças como diarreia, disenteria, cólera, pois transportam microrganismos dos locais onde elas passam, como bueiros, lixos, galerias de esgoto e de água, animais mortos, etc.
As formigas como outros insetos, percebem cheiros através das antenas longas, finas e móveis e comunicam-se entre si através de feromônios, toques e sons. Elas estão sempre em grupos.
As espécies mais comuns de formigas no Brasil são: FANTASMA, LOUCA e FARAÓ.
• FORMIGA FANTASMA – são consideradas pragas urbanas e silvestres, sendo de tamanho pequeno e aparência pálida. Seus locais preferidos são banheiro e cozinha, pois precisam de bastante umidade para sobreviver.
Elas têm preferência por doces e as formigas operárias se alimentam de animais mortos. Sendo assim, podem contaminar alimentos causando doenças gastrointestinais.
Para evitar esses transtornos ao homem, não deixe alimentos expostos, vedar lixeiras e descartar lixos todos os dias.
• FORMIGA LOUCA – são conhecidas por este nome, pois fazem trilhas irregulares, formando semicírculos. São atraídas por madeiras úmidas, mas não causam danos em estruturas e podem ser localizadas em varandas.
Elas se alimentam de nutrientes variados, como insetos vivos e mortos, sementes, frutas, vegetais e alimentos domésticos.
Podem fazer seus ninhos nos lixos, cavidade de plantas e árvores, madeiras podres e no solo. São as pragas mais comuns nos ambientes hospitalares.
• FORMIGA FARAÓ – ela é conhecida como a formiga do açúcar e deixam trilhas bem marcada. Os inseticidas domésticos não são suficientes para tratamento dessas formigas, pois eles só servem para dispersar e não eliminar.
Sua alimentação inclui, açúcar, alimentos domésticos, e proteínas, como, insetos mortos, carne, sangue, entre outros. Além disso, rói seda e borrachas.
Essas formigas podem gerar problemas sérios de saúde, como infecções generalizadas em hospitais, por exemplo. Por isso, higienize sempre os locais, descarte diariamente os lixos, mantenham embalagem de alimentos bem fechados, não deixe restos de alimentos em nenhum local, pois são ambientes propícios para sua infestação.


